segunda-feira, 21 de junho de 2010

Quantas "vidas" você tem?!?

Segundo a Wikipedia - O Second Life (também abreviado por SL) é um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano. Foi criado em 1999 e desenvolvido em 2003 e é mantido pela empresa Linden Lab Dependendo do tipo de uso, pode ser encarado como um jogo, um mero simulador, um comércio virtual ou uma rede social. O nome "second life" significa em inglês "segunda vida", que pode ser interpretado como uma "vida paralela", uma segunda vida além da vida "principal", "real". Dentro do próprio jogo, o jargão utilizado para se referir à "primeira vida", ou seja, à vida real do usuário, é "RL" ou "Real Life" que se traduz literalmente por "vida real".

Yeah, Second Life. A proposta, como afirma a rede pública de pesquisas, é criar uma "segunda vida", um serzinho parecido - ou não - com você. A partir daí, há a interação com pessoas do mundo todo, novos objetos / lugares / pessoas e outras milhões de possibilidades de trocas...! Em aula, criamos um personagem e nos encontramos dentro do universo do Second Life como turma, com a professora. À princípio devo dizer que minha avaliação não foi muito positiva, mas admito que foi em grande parte pela lentidão do computador, que tornou todas as ações e opções milhões de vezes mais lerdos e, portanto, cansativos. No entanto, ao chegar em casa, tive a oportunidade de testar novamente o "jogo", desta vez com sucesso. É realmente muito interessante poder conhecer pessoas de outros países e ter trocas de palavras, objetos ("ganhei" vááárias roupas e cabelos muito legais, yeah!) e, por que não, informações.

Resumindo, aprovado. Com certas restrições, claro, (é necessário ter um objetivo claro, e eu acrescentaria também pessoas específicas com quem se planeja conversar) mas pretendo continuar usando meu "avatar" para diversas experiências, tanto para diversão, quanto para tentativas de trocas mais formais de informações. Ei, meu avatar até voa!!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Os "Quatro Grandes" na vida real...!

Não, não estou falando dos poderosos criminosos de Agatha Christie nem dos intitulados "maiores" times de futebol do Brasil. Falo aqui de pilares muito mais profundos, os Quatro Pilares da Educação, sugeridos por Jacques Delors. São eles:

Aprender a ser - É importante desenvolver sensibilidade, sentido ético e estético, responsabilidade pessoal, pensamento autônomo e crítico, imaginação, criatividade, iniciativa e desenvolvimento integral da pessoa em relação à inteligência. A aprendizagem precisa ser integral não negligenciar nenhuma das potencialidades de cada indivíduo. Se o aluno não estiver preparado para compreender que a educação deve em princípio mudar a sua vida, o seu caráter, para depois servir aos outros, então ela falhou.

Aprender a fazer - Não basta preparar-se com cuidados para inserir-se no setor do trabalho. A rápida evolução por que passam as profissões pede que o indivíduo esteja apto a enfrentar novas situações de emprego e a trabalhar em equipe, desenvolvendo espírito cooperativo, de humildade na re-elaboração conceitual e nas trocas, valores necessários ao trabalho coletivo. Ter iniciativa, gostar de uma certa dose de risco, ter intuição, saber comunicar-se, saber resolver conflitos e ser flexível. Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas. A questão que precisa ser respondida pelo professor é: Como ensinar ao aluno a pôr em prática os seus conhecimentos e, também, como adaptar a educação ao trabalho futuro?

Aprender a conhecer - É necessário tornar prazeroso o ato de compreender, descobrir, construir e reconstruir o conhecimento para que não seja efêmero, que se mantenha através do tempo, que valorize a curiosidade, a autonomia e a atenção, permanentemente. É preciso também pensar o novo, reconstruir o velho, reinventar o pensar.

Aprender a viver juntos, aprender a viver com os outros - No mundo atual este é um importantíssimo aprendizado por ser valorizado quem aprende a viver com os outros, a compreender os outros, a desenvolver a percepção de interdependência, a administrar conflitos, a participar de projetos comuns, a ter prazer no esforço comum. É justamente na escola que os alunos aprendem as regras básicas de convivência em sociedade.

Mas o que dizer da "vida real"?
A teoria toda dos pilares é muito boa e reconhecida mundialmente. A proposta veio então, de pensar em trabalhos/personagens/situações que exemplifiquem cada um dos pilares. Aí vão algumas sugestões:

Aprender a ser:
O livro traz inúmeras histórias e fábulas que ensinam valores fundamentais - a honestidade, a verdade, a paciência, a lealdade entre outros - para crianças, de forma a auxiliar na educação dita "não formal" mas essencial para a vida e relacionamentos de qualquer ser humano.

Aprender a fazer:
http://www.hitentertainment.com/artattack/ O site - exemplo do auxílio da tecnologia na educação - é na verdade um representante do programa, que ensina de maneira fácil diversas formas para criar e inventar com materiais simples e técnicas divertidas. O programa incentiva a criança a criar também seu próprio estilo e inovar a partir do que é ensinado.

Aprender a conhecer:
http://en.childrenslibrary.org/index.shtml Este site (que infelizmente está em inglês) traz inúmeros livros de acordo com idades, gostos, estilos e assuntos, especialmente para crianças. Aguça o interesse por livros e, por conseqüência, por todo o conhecimento que podem adquirir através da leitura.

Aprender a viver com os outros:
http://www.jogoscooperativos.com.br/jogos.htm A revista Jogos Cooperativos, como o nome já diz, traz jogos que trabalham a questão de trabalhar em equipe, ajudar os colegas, compartilhar brinquedos e, especialmente, resolver problemas e desafios juntos.

Ok, estas foram apenas algumas "humildes" sugestões. Que tal agora um troca de idéias?!?